Ainda é você quando eu olho no espelho
e ainda me sinto leve
mesmo que breve
mas ainda te vejo
As notas que surgem
entre os meus dedos
ainda são aquelas
tão belas
que ouviste
As canções ainda tocam
e me tocam
talvez não saibas
tocá-las
mas te tocariam
se acaso tocassem
para ti
Teus olhos enxergo
ao fechar os olhos
que com paixão olham
e admiram
o esplendor daquele sorriso
No riso transparece
a bondade do afeto
de braços abertos
o amor entorpece
E então meu sonho acaba
quando acordo com o seu beijo
e então não tarda
o meu espelho
as minhas notas
as minhas canções
os meus olhos
serem você
só
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Perdoa o meu silêncio
Quando deveria
não disse as tais palavras que eram para você
Tão simples seria
talvez até faria
você entender
que simples seria
se pudéssemos ser.
Embriagado pelo orgulho
pela dor e pela negação
disse não
e não disse
e como se não visse
aceitei tudo
até a separação.
E o esforço estava perdido
de nada servia
todo o amor despendido
agora era ferida
a palavra proferida
a jura de uma vida
era pó que se esvaia.
Mas as tais palavras
que precisavam ser ditas
permanecem aflitas
na ânsia de chegar até você.
Quer saber?
Olha a lua:
ela irá te dizer!
não disse as tais palavras que eram para você
Tão simples seria
talvez até faria
você entender
que simples seria
se pudéssemos ser.
Embriagado pelo orgulho
pela dor e pela negação
disse não
e não disse
e como se não visse
aceitei tudo
até a separação.
E o esforço estava perdido
de nada servia
todo o amor despendido
agora era ferida
a palavra proferida
a jura de uma vida
era pó que se esvaia.
Mas as tais palavras
que precisavam ser ditas
permanecem aflitas
na ânsia de chegar até você.
Quer saber?
Olha a lua:
ela irá te dizer!
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Do novo andar
Atravesso a linha
Que separa o breu do clarão
Com a certeza do passo dado
Com os pés firmes no chão
Sem o riso, sem o fardo
Sem tu, que não és minha.
Com a emoção ferida
O pranto escorre
Por entre as fissuras invisíveis
Da minha face
Só para mostrar
O inevitável
E não transparecer
O óbvio
Amor
sexta-feira, 10 de maio de 2013
O sétimo sentido
Uma voz veio me dizer
Que lá você estaria
Corri como um louco
Com a sede de ouvir a tua voz
Mas lá você não estava
E, mesmo frustrado,
Fiquei pensando
O quão bom seria
Te ver
E falar com você novamente
O quão bom seria
Dar risada de suas besteiras
E falar besteiras
Como se nunca tivéssemos nos separado
Como se os anos não tivessem passado
E perceber o quão bom é
Aquilo que nos uniu:
O tempo
‘till the end of time
Assinar:
Comentários (Atom)